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Nosso trabalho começou a se estruturar em 2011 por meio da Linha Advocacia Popular, atuando junto a setores populares organizados, como o Movimento Sem Teto da Bahia. Em 2013, buscando responder às demandas oriundas da sofisticação da criminalização dos protestos e movimento sociais, que iniciou uma nova dinâmica de repressão e encarceramento em massa, o IDEAS assumiu o desafio de atuar com Advocacia Emergencial na conjuntura dos protestos e mobilizações conhecidos como “Junho de 2013”.

 

Frente aos processos de higienização e a gentrificação advindas da Copa das Confederações 2013 e da Copa do Mundo da Fifa 2014, passamos a desenvolver nosso trabalho de assessoria popular para além das periferias chegando ao território do Centro Antigo de Salvador, onde tivemos a oportunidade de atuar junto a Articulação das Comunidades e Movimentos do Centro Antigo de Salvador e aos Artífices da Ladeira da Conceição da Praia.

 

Ao longo de 2016, o IDEAS teve a oportunidade de contribuir com a realização de intercâmbios entre movimentos sociais no Brasil. No ano seguinte, o intercâmbio se ampliou para uma articulação no âmbito do cone sul passando a incluir movimentos oriundos da Colômbia, Bolívia, Chile e Argentina que culminou na Frente de Resistência Urbana: Territórios para a Vida Digna e o Bem Viver. A Frente dialogou com temáticas como: violência institucional, pautas étnico-raciais, criminalização dos movimentos sociais e estratégias estatais de repressão da classe trabalhadora, novos modelos organizativos, ciclos de governos populares e democráticos na América latina, bem viver, dentre outros temas.

 

Em 2016 passamos a apoiar e acompanhar ações do campo anti-cárcere, sendo um dos signatários da Agenda Nacional pelo Desencarceramento. Momento que o IDEAS principia ações mais estruturadas na Linha da Justiça Criminal como uma linha de Atuação. O ataque aos direitos dos trabalhadores nos últimos anos percebido com maior força pela PEC do Teto dos gastos em 2016 e pela Reforma Trabalhista em 2017, nos desafiou a responder de forma mais estruturada as demandas de criminalização e ataque aos direitos dos setores populares e dos trabalhadores informais. Foi quando em 2018 se fez necessária a estruturação da Linha Cooperativismo e Comunitarismo Negro, tendo esta se desenvolvido, inicialmente, junto a Associação de Artífices do Centro Tradicional de Salvador.

 

Os anos de 2018 e 2019 foram importantes para o aprendizado e atuação em rede na defesa dos direitos e combate aos retrocessos, anos de estruturação do Fórum Popular de Segurança Pública do Nordeste e da Bahia, de composição junto a Coalizão Negra por Direitos e da Rede de Justiça Criminal, espaços importantes de articulação e advocacy para garantia de Direitos. Em 2019 se estruturou a Linha de Segurança Pública e Justiça Criminal, com foco na construção de um campo popular para responder a necessidade de uma nova narrativa e atuação sobre a Segurança Pública, foram obtidos mais acessos para realizar Advocacy junto aos Legislativos Estadual e Federal, além da composição em espaços de participação social sobre políticas públicas conexas a pauta da Segurança Pública, Cárcere e Direitos Humanos.

Histórico

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LINHA DO TEMPO

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